
Nise Magalhães da Silveira (1905–1999) foi uma renomada Psiquiatra alagoana, pioneira na humanização do tratamento mental no Brasil. Opondo-se a métodos violentos (eletrochoque, lobotomia), introduziu a Arteterapia e a afetividade (co-terapeutas animais) no Centro Psiquiátrico Nacional Pedro II, Engenho de Dentro, Rio de Janeiro. Aluna de Carl Jung, fundou o Museu de Imagens do Inconsciente.
Formação: Única mulher entre 157 homens na Faculdade de Medicina da Bahia em 1926.
Rebelião: Recusou-se a aplicar métodos agressivos de Psiquiatria, focando na expressão artística dos pacientes.
Prisão: Foi presa em 1936 durante a ditadura Vargas por posse de livros considerados comunistas, afastando-se do serviço público por anos.
Legado: Criou ateliês de pintura e modelagem, permitindo que pacientes esquizofrênicos expressassem seu mundo interior.
Reconhecimento: Sua abordagem humanizada revolucionou a Psiquiatria brasileira e inspirou o movimento antimanicomial.
Enquanto o criador da lobotomia (esse método cruel e destrutivo de mutilação cerebral) foi premiado com um Prêmio Nobel de Medicina em 1949, o Brasil desenvolvia o verdadeiro caminho do cuidado. Veja o absurdo:
O que foi a lobotomia e o absurdo do prêmio Nobel?
A lobotomia foi uma cirurgia cerebral violenta, muito usada nas décadas de 1940 e 1950, que consistia em cortar as conexões do lobo frontal do cérebro para “acalmar” pacientes psiquiátricos. Em sua versão mais agressiva, os médicos introduziam um instrumento semelhante a um picador de gelo pela órbita ocular, acima do olho do paciente, para destruir os feixes nervosos. Na prática, esse procedimento causava danos irreversíveis, retirando a personalidade, a memória e a humanidade das pessoas.
O maior absurdo dessa história é que o criador desse método bárbaro e cruel, o neurologista português António Egas Moniz, foi premiado com o Nobel de Medicina em 1949 — uma honraria que merece ser formalmente contestada e retirada pela comissão do Nobel diante de tamanha atrocidade.
Enquanto a lobotomia é totalmente condenada e proibida pela medicina moderna hoje, o caminho aberto pela Dra. Nise da Silveira — baseado no afeto, na arte e no convívio com os animais — é reconhecido internacionalmente como a verdadeira psiquiatria do futuro, revolucionária, segura e profundamente humana.
A partir desse contraste e do legado da Dra. Nise, convidamos você a conhecer uma terapia revolucionária, que surgiu NO BRASIL, EM 1950 e que faz sucesso no mundo inteiro, a custo quase ZERO! Conviver com um animal estimula áreas do cérebro humano que nenhuma tecnologia artificial consegue, produzindo hormônios do bem, gratuitamente, o tempo todo.
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Gatos ressocializando humanos
(Ainda existem literalmente centenas de outros vídeos semelhantes a estes na Internet, comprovando as teses da Doutora Nise).
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