
…ou o helicóptero de “Miss Saigon”, fortemente armados com ogivas de calcário?
O Ciclo do Erro em Nova York: De Extermínio de Gatos a “Zarina dos Ratos”, de Us$ 400.000,00
Enquanto as autoridades tentam “vencer” a natureza com burocracia e morte, o dinheiro público escorre pelo ralo e os problemas só fazem aumentar. Nova York, a cidade que se diz o centro do mundo, é o maior exemplo de como a arrogância humana ignora soluções simples e biológicas. Depois desta matéria, com certeza, eu não consigo um visto do Donald para visitar o Mickey…
O Fracasso da “Zarina dos Ratos”
Em abril de 2023, com grande teatro, Eric Adams, o prefeito de Nova York, contratou a primeira “Zarina dos Ratos” (Kathleen Corradi). O objetivo era uma “guerra total” contra os roedores.
O Custo: Um salário que chegou a US$ 176 mil por ano. Apenas no bairro do Harlem, foram “investidos” Us$ 3.500.000,00 nos vizinhos dos Globetrotters, sem nenhuma “cesta-de-três-pontos”. Na cidade toda, este Carnaval custou trinta e dois milhões de Dólares…
O Resultado: Após 30 meses no cargo (e cerca de Us$ 500.000,00 de orçamento extra), ela pediu demissão silenciosa em outubro de 2025.
O Saldo: Os ratos continuam lá, mais fortes do que nunca.
O Erro Histórico: O Extermínio de Gatos e Cães
O que poucos dizem é que Nova York tenta resolver problemas de equilíbrio ambiental com extermínio há séculos — e nunca funcionou. No século XIX, a cidade pagava recompensas por carcaças de animais; só em 1836, 8.000 cães foram mortos em um ano. Com os gatos, o erro foi ainda pior. Por décadas, a política de “recolher e exterminar” (Catch and Kill) foi a regra nos abrigos públicos (ACC).
A Taxa de Morte: Em períodos críticos, o sistema chegou a exterminar 50% (metade) dos gatos que entravam nos abrigos.
O Efeito Vácuo: A ciência já provou que, quando você extermina os gatos de uma área, você cria um “vácuo”. Outros animais (e ratos) ocupam o espaço imediatamente. Ao matar os predadores naturais, Nova York estendeu o tapete vermelho para a infestação de ratos que vemos hoje.
A Solução está na sua Calçada
Eles gastam milhões em “Zarinas” e “Extermínios”, enquanto a solução é o equilíbrio. Um gato bem cuidado é o maior controlador de pragas que existe — e faz isso de graça. Se tivessem usado os R$ 2 milhões do salário da Zarina para programas de castração e cuidado animal, a cidade estaria limpa. Mas eles preferem o “blablabla” burocrático.
O projeto Animais são Anjos é sobre isso: agir. Se você quer fazer algo real, coloque um prato de comida e um pote de água na sua porta hoje. Isso salva uma vida e resgata a sua humanidade.


Clique nas fotos abaixo e visite os sites:
***********
Um green card especial para Mr. Cimex lectularius, cidadão honorário de NY, que zomba das blitzen do ICE, é pior que Osama Bin Laden, mas entra e sai a hora que quer, pelo La Guardia ou JFK!
O Incidente de 2009/2010: Não é apenas força de expressão. A sede da ONU em Nova York realmente confirmou uma infestação de percevejos nessa época. Eles foram encontrados em áreas de biblioteca e escritórios, o que gerou manchetes irônicas no mundo todo sobre a “unificação” que os percevejos promoveram entre as nações.
Até pouco tempo atrás, o combate ao cupim-de-montículo no Brasil parecia uma cena de conflito biológico: o aplicador vestia pesadas roupas de proteção, máscaras de gás e luvas químicas para manipular venenos letais como o Aldrin e a Deltametrina (organofosforados e carbamatos, da família do chumbinho). Hoje, a sabedoria da terra mostra que a calagem (uso do calcário) resolve o problema corrigindo a acidez do solo e desidratando a praga sem disparar um único tiro tóxico.
A Embrapa (não a NASA) demonstrou que o cupim é um “sintoma” da terra degradada e ácida. Em vez de apenas caçar o inseto com veneno, a recomendação oficial passou a ser o manejo do solo.
Enquanto isso, a grande maçã insiste em tratar pragas medievais com o mesmo ego inflado de sua diplomacia: tenta vencer na força bruta de pesticidas, usados como mísseis balísticos. Nova York prefere o espetáculo inútil de venenos caros contra os parasitas, ignorando que, sem mudar a ‘acidez’ de sua própria estrutura urbana — o lixo exposto e o calor artificial eterno —, nenhuma frota de porta-aviões será capaz de vencer um inseto que já aprendeu a rir do Pentágono.
Fontes e Referências para Pesquisa:
Sobre a Zarina dos Ratos (Salário e Demissão): NY Post – Rat Czar quietly scurries away
Sobre o Investimento de US$ 3.5 Milhões: NYC.gov – Mayor Adams Anoints Kathleen Corradi
Histórico de Extermínio em NY (Século XIX): The New York Times – When New York City Warred on Its Dogs
Dados sobre Eutanásia em Abrigos de NY (ACC): Animal Care Centers of NYC – Performance Reports
O Efeito Vácuo na População de Gatos: Neighborhood Cats – The Vacuum Effect
Nota da Redação: Os dados de redução de 15% citados pela gestão de Kathleen Corradi (ex-“Zarina dos Ratos” de NYC) referem-se ao volume de chamadas ao serviço 311 e não a um censo biológico da população de roedores. Especialistas apontam que a estratégia de conteinerização do lixo remove o alimento visual das calçadas, o que reduz avistamentos, mas a população real de ratos na cidade permanece uma estimativa complexa entre 2 e 3 milhões de indivíduos. Como existe o problema da imigração ilegal, muitos ratos recusam-se a responder questionários do recenseamento (US Census Bureau), temendo represálias do ICE.
Êta nóis, Noviorqui! Imagina se fosse no Brasil…
Curiosidade Histórica: No final do século XIX, a prefeitura de Nova York chegou a distribuir venenos e armadilhas gratuitamente, mas foi o sistema de recompensas que quase quebrou a banca: as crianças de Manhattan tornaram-se “caçadoras profissionais” de ratos por moedas de 10 centavos! E teve gente que começou a criar ratos em casa para vender para a prefeitura, o “jeitinho”…
Isso mostra que, enquanto no passado a prefeitura tentava resolver o problema com “mão de obra barata” (e falhou), hoje ela tenta resolver com “burocracia cara” (e o resultado continua sendo questionável).
A solução está bem clara na Broadway: CATS!
Uma conclusão ao estilo “The day after tomorrow”:
A Dialética da Fragilidade
Os três pilares filosóficos deste texto:
1. A Humilhação da Geopolítica pelo Microscópico
Eis uma ironia socrática: a cidade que abriga o Conselho de Segurança da ONU — onde se decide o destino de nações e ogivas — é derrotada por um inseto sem cérebro, mas com paciência. O bedbug é o anarquista perfeito: ele não respeita imunidade diplomática, não tem medo de porta-aviões e atravessa fronteiras sem passaporte, escondido na dobra do terno de um embaixador. A hipertecnologia (o porta-aviões) é impotente contra a biologia persistente.
2. Técnica (NY) vs. Sabedoria (Brasil/Embrapa)
A analogia com o calcário é um golpe de mestre do Jeca Tatu. Na filosofia da técnica, existem dois caminhos:
A Força Bruta (NY): Tenta eliminar o invasor sem olhar para o ambiente. É o modelo do “extermínio” que exige armaduras de guerra e venenos letais (o passado do Aldrin). É uma luta contra a natureza.
O Manejo Sistêmico (Embrapa): É a sabedoria de mudar o terreno. Ao usar o calcário para corrigir o solo, o brasileiro não “mata” apenas o cupim; ele cura a terra para que o cupim não tenha mais razão de existir ali.
A lição filosófica: Nova York está doente porque seu “solo urbano” (lixo, densidade, calor artificial) está “ácido”. Eles atacam o sintoma (o percevejo), enquanto o Brasil aprendeu a tratar a causa (o solo).
3. O “Gigante com Pés de Barro” (ou de Percevejos)
O texto sugere uma inversão do eixo civilizatório.
O “Primeiro Mundo” projeta aviões invisíveis ao radar, mas dorme em colchões infestados por pragas medievais. Sugerir o envio de um porta-aviões para “ajudar” NY, é uma troça com o conceito de ajuda humanitária. Colocamos o Brasil na posição de detentor de uma tecnologia mais “civilizada” — a que convive e maneja a vida — enquanto a superpotência se afoga em sua própria complexidade ineficiente.
4. The Oscar goes to Gerald Ford!
De um lado, o porta-aviões com tecnologia eletromagnética de ponta que não consegue dar descarga; do outro, a sede da ONU com diplomatas de elite que não conseguem dormir por causa de um inseto de 5 milímetros. É o colapso da manutenção do básico em favor da ostentação do complexo. A ameaça não veio de uma galáxia distante, ela retornou do vaso sanitário, decolando com força na cara de quem disparou o torpedo!
A hipertecnologia inútil de um estilingue de luxo para fezes: A mesma energia que lança um caça de 30 toneladas a 250 km/h em segundos é incapaz de dar um destino digno aos dejetos da tripulação. Sejamos honestos: Trump merecia o Nobel da Paz, por sabotar sua própria Marinha e impedi-la de trabalhar!
Conclusão do texto: O porta-aviões é o símbolo máximo de uma força que não serve para nada quando o inimigo mora na costura do seu travesseiro. É a vitória da calagem sobre a calibragem das armas. Um “tapa na cara” de quem confunde riqueza com eficiência.
Detalhe: este escriba não recebe apoio de nenhum regime contrário ao Tio Sam, é pura zombaria mesmo e a garantia de tratamento VIP quando os Marines invadirem o Brasil, vou morrer logo de cara, o primeiro míssil vem direto para o meu telhado!
E você, caro leitor, prefere caçar ratos com GATOS vadios ou com um sistema Patriot, de um bilhão de Dólares?
***********
Protocolado: Washington já sabe que o segredo está no solo brasileiro! Enviei este link através do formulário de contato da Casa Branca em 20/06/2026.
“Fichado pela CIA/KGB e inspirado pela coragem de Soljenítsin, sigo denunciando que nenhum império sobrevive a um solo ácido e a um banheiro entupido.” – (Epitáfio sugerido de Erasmo de Oliveira)
Nome: Aleksandr Isayevich Soljenítsin (Solzhenitsyn).
Obra Principal: O Arquipélago Gulag.
O “Crime”: Revelar que, por trás da fachada de superpotência tecnológica e espacial, o regime soviético era um moedor de carne humana e ineficiência.
A frase: “Uma palavra de verdade pesa mais que o mundo inteiro”.
Clique na ilustração abaixo e mie conosco!
Faça sua parte (CLIQUE AQUI)



