A verdadeira causa animal é a causa humana

Pelo fim da monetização do sangue e o resgate da tutoria humana sobre a criação

Vamos repensar nossa sociedade, que recicla LATAS e descarta SERES VIVOS!

Leia até o final, o melhor de tudo está no rodapé deste artigo!

Meu nome é Erasmo Francisco de Oliveira e eu tenho dedicado minha vida a ser o porta-voz dos animais. Este longo texto abaixo, é o roteiro para que qualquer cidadão consciente envie o link desta página para todos os Vereadores, Deputados, Senadores, Jornalistas e para quem desejar realmente fazer a diferença ainda hoje. Morrer de pena e doar dinheiro para ONGs é um incentivo à continuidade do PECADO MORTAL que é a exploração do sofrimento dos animais.

Se a adoção deixa de acontecer, o principal sofrimento dos animais é ter falhado no encontro de sua família humana!

Cães e gatos vêm à Terra com uma única missão: encontrar as pessoas a quem Deus os destinou para proteger. Vai muito além de comer e dormir, não precisam ser adestrados por quem foi criado depois deles e dispensam qualquer interferência humana, seja para ajudar ou para atrapalhar. É preciso facilitar ao máximo o encontro entre tutores e adotados, deixando o resto com o convívio cotidiano.

O Planeta Terra é um organismo vivo e interdependente. A única forma de sobrevivência da espécie humana é através da convivência harmoniosa com todas as outras formas de vida!

Ser “defensor da causa animal” é um termo vago e inexpressivo, equivalente a dizer “acredito em Deus”, sabendo-se que existem no Brasil 580.000 pontos de reuniões de caráter religioso, cada um agindo segundo seu critério próprio. Placa de igreja não justifica hipocrisia e defender os animais segundo o ponto de vista deles, é exatamente o oposto de monetizar o sofrimento de seres de luz para obter vantagens pessoais. Independentemente de credo, é inegável que a vida tem um Criador inteligente e amoroso e é esse o ponto de reflexão deste texto.




A FARSA DOS ABRIGOS

A chamada “causa animal” tornou-se, em grande parte, uma engrenagem de marketing e lucro. Sob o pretexto de salvar vidas, o que vemos hoje é a monetização dos maus-tratos. Expõe-se a ferida, o sangue e o sofrimento para gerar engajamento e arrecadar recursos, enquanto o animal — o verdadeiro protagonista da dor — é condenado a uma “eutanásia lenta” dentro de abrigos que funcionam apenas como depósitos de seres vivos.


A PRISÃO QUE ADOECE O CAÇADOR


Cães e gatos são predadores e caçadores por natureza. Quando o poder público ou as ONGs os confinam em baias estreitas e barulhentas por meses ou anos, estão violando a própria biologia desses seres. O estresse do confinamento gera latidos incessantes, doenças e traumas profundos. Isso não é proteção; é um crime contra a natureza do animal. O abrigo permanente tornou-se o monumento ao nosso fracasso em conviver com a criação. Em outras palavras, o atual modelo de “proteção” é demoniaco e inverteu a ordem de Deus a Adão, de CONVIVER e CUIDAR dos animais  EM LIBERDADE.



A SOLUÇÃO TÉCNICA: HOSPITAL DE PASSAGEM E C.E.D.


Para que a causa deixe de ser um negócio e passe a ser uma solução, precisamos mudar o modelo de gestão. Os abrigos financiados com dinheiro público devem ser transformados em Hospitais de Passagem. O fluxo precisa ser dinâmico: permanência máxima de uma semana. O foco total deve ser o protocolo C.E.D. (Capturar, Esterilizar e Devolver). O animal deve ser operado, recuperado e devolvido ao seu território ou encaminhado para adoção direta. O dinheiro do contribuinte deve financiar centros cirúrgicos e educação, não gaiolas de acúmulo que incomodam a vizinhança e torturam o animal psicologicamente.



A PERSPECTIVA TEOLÓGICA: O PACTO QUEBRADO


Esta não é apenas uma causa animal; é uma Causa Humana e Cristã. No Jardim do Éden, Deus estabeleceu um pacto: Adão deveria ser o tutor da criação. O homem deveria cuidar do “Jardim”, o que hoje significa a Ecologia prática — aquela que trazemos para dentro de casa ao adotar um animal e assumir sua responsabilidade.

A desobediência de Adão nesse cuidado foi tão grave que quebeou a harmonia do mundo. No tempo de Noé, Deus deixou claro o Seu descontentamento com a raça humana: salvou os animais e apenas oito pessoas de toda a humanidade sobreviveram. O Dilúvio foi a resposta divina à nossa negligência e maldade.

O próprio filho de Deus veio à Terra para resgatar essa aliança perdida, mostrando quanto é grave maltratar ou explorar um animal e usou a simbologia de seu sangue, não por acaso!



A MONETIZAÇÃO DO SANGUE E O JUÍZO


Hoje, o cenário é ainda mais sombrio. Tornou-se comum a monetização do sangue dos animais, da mesma forma que o sacrifício e o sangue de Cristo foram desprezados por moedas. Jesus morreu para restaurar a aliança com a humanidade e a capacidade dela cuidar do que o Pai criou.

Se continuarem a usar a dor dos animais como mercadoria — seja por votos, por curtidas ou por doações que apenas sustentam prisões — enfrentarão um novo juízo. Se não voltarem à tutoria real do Éden, a história nos mostra o custo: no passado restaram oito humanos depois do dilúvio e hoje a negligência pode levar à destruição de dois terços da Raça Humana. O homem tornou-se o carcereiro da criação em vez de seu protetor.


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PROPOSTA DE PROJETO DE LEI Nº ____/2026

EMENTA: Institui o Programa Municipal de Manejo Ético e Populacional de Cães e Gatos, estabelece a conversão de abrigos públicos em Hospitais de Passagem e adota o protocolo C.E.D. (Captura, Esterilização e Devolução) como política prioritária de bem-estar animal, bem como a mudança em seu objetivo em contrato social, tornando-se educadoras e não acumuladoras

Art. 1º – Fica instituído o modelo de “Hospital de Passagem” como padrão para as unidades de atendimento animal custeadas pelo Poder Público Municipal.
  Parágrafo único: Entende-se por Hospital de Passagem a unidade destinada exclusivamente ao atendimento clínico, cirúrgico e de recuperação rápida, vedado o alojamento de animais por período superior a 7 (sete) dias úteis, salvo por indicação médica veterinária estrita.

Art. 2º – O município adotará o protocolo C.E.D. (Capturar, Esterilizar e Devolver) como método principal de controle populacional, garantindo que animais saudáveis, após castração e microchipagem, retornem ao seu território de origem ou sejam encaminhados para adoção direta.

Art. 3º – Fica proibida a utilização de verbas públicas para a manutenção de abrigos de longa permanência (depósitos), devendo os recursos ser redirecionados para:
  I – Ampliação de centros cirúrgicos para castração em massa;
  II – Programas de educação e conscientização sobre a tutoria responsável;
  III – Campanhas de adoção direta para esvaziamento das unidades existentes.


JUSTIFICATIVA

O presente projeto visa corrigir um erro sistêmico na gestão da fauna urbana. O modelo atual de abrigos permanentes é insustentável sob três aspectos fundamentais:

1. BIOLÓGICO: Cães e gatos são caçadores. O confinamento prolongado causa sofrimento psicológico extremo (“eutanásia lenta”), tornando-os inaptos para adoção e gerando poluição sonora e odorífera que degrada a qualidade de vida da vizinhança.


2. FINANCEIRO: Manter um animal em abrigo custa infinitamente mais aos cofres públicos do que o protocolo C.E.D., que resolve a superpopulação na raiz através da castração. O dinheiro público deve financiar a cura, não o cárcere.


3. ÉTICO E ESPIRITUAL: A negligência com a criação é uma quebra do pacto original de tutoria dado à humanidade. Monetizar o sangue e a dor animal em depósitos públicos atrai consequências graves para a sociedade. A verdadeira proteção animal é aquela que educa o cidadão para ser o tutor responsável, restaurando o vínculo que foi perdido.



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PERGUNTA PARA REFLEXÃO DOS REPRESENTANTES PÚBLICOS E DA SOCIEDADE


O “circus maximus” do nosso tempo: Se o sangue e o martírio de Cristo foram o preço para restaurar a nossa capacidade de cuidar do próximo e da criação, com que autoridade moral usamos hoje o sangue e a dor dos animais como moeda de troca para sustentar depósitos públicos ineficientes? Vocês preferem financiar a liberdade e a saúde através da castração ou continuarão pagando para manter jaulas que servem de palco para a monetização do sofrimento?



### FAQ: RESPOSTAS RÁPIDAS PARA A CÂMARA MUNICIPAL E SOCIEDADE



1. “O C.E.D. (Capturar, Esterilizar e Devolver) não é abandono? O animal não vai sofrer na rua?”


O abandono real é o confinamento perpétuo em gaiolas. Um animal castrado, vacinado e devolvido ao seu território de origem — onde ele já possui vínculos e sabe encontrar recursos — vive com dignidade. O estresse de um abrigo superlotado causa uma “eutanásia lenta” psicológica. O C.E.D. é o método mais eficaz de controle populacional reconhecido mundialmente.



2. “E os animais que não podem voltar para a rua, como idosos ou doentes?”


O Hospital de Passagem funciona como um centro de triagem e inteligência. Casos de vulnerabilidade extrema serão encaminhados para adoção direta imediata ou lares temporários educativos. O foco é acabar com o financiamento público de “depósitos” de animais saudáveis que apenas geram custo e sofrimento.


3. “De onde virá a verba para transformar abrigos em Hospitais de Passagem?”


A verba já existe, mas é mal gerida. Hoje, gastam-se fortunas mantendo a estrutura fixa de abrigos permanentes (ração, limpeza, funcionários para poucos animais por tempo indeterminado). Ao adotar o ciclo de 7 dias, o custo por animal despenca, liberando recursos para castrações em massa, que é a única solução que esvazia as ruas de verdade.



4. “Por que limitar a permanência em, no máximo, 7 dias?”


Para garantir a eficiência do sistema. Uma castração simples exige de 3 a 5 dias para recuperação básica. Prolongar esse tempo sem necessidade clínica gera estresse territorial, brigas e proliferação de doenças. Hospital é lugar de cura e passagem, não de moradia.



5. “Isso não vai aumentar o número de ataques de cães nas ruas?”


Pelo contrário. Animais castrados perdem o instinto de disputa territorial e de matilha para reprodução, tornando-se significativamente mais dóceis. O C.E.D. pacifica a relação entre a comunidade e os animais de rua.


6. “Qual é a relação entre a causa animal e a ‘causa humana’ citada?”


A saúde pública e o bem-estar social dependem da harmonia com o meio ambiente. Ao resolvermos a questão animal com inteligência e sem exploração financeira, estamos cumprindo o nosso papel original de tutores da criação, evitando o colapso ético e ambiental que a negligência humana atrai.



### TRANSPARÊNCIA: COMO O HOSPITAL DE PASSAGEM IMPEDE DESVIOS DE VERBA



O modelo de “Abrigo-Depósito” é o ambiente ideal para a falta de transparência, pois animais que ficam anos no sistema geram custos contínuos e de difícil auditoria (ração, medicamentos e infraestrutura sem rotatividade).

O modelo de Hospital de Passagem (Máximo 7 dias) institui barreiras automáticas contra a corrupção:

1. Rastreabilidade Obrigatória: Todo animal que entra no Hospital de Passagem deve ser microchipado e registrado em sistema público de livre acesso no primeiro dia.


2. Relatórios de Alta em 7 Dias: A obrigatoriedade da saída (seja por devolução ou adoção) em uma semana gera um rastro de dados que impede a cobrança de custos fictícios de manutenção prolongada.


3. Auditoria de Procedimentos: A verba é destinada ao serviço realizado (cirurgia de castração e medicação pré/pós) e não à “manutenção de alojamento”. É muito mais fácil auditar quantas cirurgias foram feitas do que quanto saco de ração foi consumido por animais que ninguém vê.


4. Fim do “mistério” das ONGs: ONGs que recebem subvenção municipal passam a ser remuneradas por meta de castração e giro de animais, acabando com o repasse fixo por “número de vagas”, que incentiva o acúmulo e o sofrimento.



### ROTEIRO DE FISCALIZAÇÃO PARA O CIDADÃO


Se o seu município mantém abrigos de longa permanência sem transparência, questione:


1. Qual é a média de permanência de cada animal?


2. Existe um censo público com microchipagem auditável?


3. Qual é a porcentagem da verba destinada à castração vs. manutenção de estrutura?


O Hospital de Passagem é a única forma de garantir que o dinheiro chegue ao animal e não fique no caminho.



### GUIA DE ARGUMENTAÇÃO PARA O CIDADÃO (DEFESA NA TRIBUNA)



1. Se questionarem a legalidade do C.E.D.
O C.E.D. é a recomendação oficial da Organização Mundial da Saúde (OMS) para controle populacional ético. Questionar isso é questionar a ciência veterinária moderna em favor de manter depósitos de animais ineficientes.



2. Se questionarem o custo da microchipagem
O custo de um microchip é irrisório perto do custo de manter um animal em uma baia por anos. A microchipagem não é gasto, é ferramenta de auditoria. Quem é contra o chip é contra a transparência do dinheiro público.



3. Se tentarem transferir a responsabilidade para o cidadão
Os funcionários do povo são os Vereadores, não eu. Eu estou doando meu tempo e minha inteligência para cobrar o que os senhores já deveriam estar fazendo. O meu papel é apontar a falha e a solução; o papel de vocês é parar de gerir o caos e começar a legislar com eficiência.



4. Sobre a capacidade técnica do Hospital de Passagem
Um Hospital de Passagem foca em produtividade cirúrgica. Se um centro cirúrgico municipal não consegue castrar e recuperar um animal em 7 dias, o problema não é a lei, é a gestão ineficiente ou o interesse em manter o animal preso para justificar repasses.

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# O Protocolo CED (Captura, Esterilização e Devolução) e as Diretrizes Internacionais


Muitas pessoas questionam se o manejo de animais de rua através do protocolo CED (Capturar, Esterilizar e Devolver) possui respaldo técnico. A resposta é sim: as principais organizações de saúde e bem-estar animal do mundo recomendam essa estratégia como a única forma eficaz e humanitária de controle populacional.



### 1. O Posicionamento da OMS e da WOAH


A Organização Mundial da Saúde (OMS), em conjunto com a Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH), estabelece que o extermínio de animais é ineficaz para o controle da raiva e da superpopulação. O protocolo oficial é o CNVR (Catch, Neuter, Vaccinate and Return), que no Brasil conhecemos como CED.

* Referência Técnica: Capítulo 7.7 do Código Sanitário para Animais Terrestres da WOAH (https://www.woah.org).


* O que diz: O manejo deve focar na esterilização e vacinação para manter a imunidade de rebanho e reduzir a natalidade.



### 2. O Guia do ICAM (Apoiado pela OMS)


A International Companion Animal Management Coalition (ICAM), cujas diretrizes são a base para os programas da OMS, oferece o manual mais completo sobre o manejo humanitário.


* Documento: Humane Dog Population Management Guidelines (https://www.icam-coalition.org).



### 3. Base Legal no Brasil


No Brasil, o protocolo CED é amparado por leis que proíbem o extermínio e incentivam o controle ético:


* Lei Federal nº 13.426/2017: Estabelece que o controle de natalidade de cães e gatos em todo o território nacional deve ser feito mediante esterilização permanente.


* Lei Federal nº 14.228/2021: Proíbe a eliminação da vida de cães e gatos pelos órgãos de controle de zoonoses e canis públicos.


* Resolução CFMV nº 1.236/2018: Define o manejo populacional ético e garante o bem-estar animal.



### Os Pilares do CED Eficaz


1. Captura Humanitária: Uso de técnicas que não ferem o animal.


2. Esterilização e Vacinação: Castração cirúrgica e vacinação antirrábica.


3. Identificação Visual: Marcação permanente (geralmente um pequeno corte na orelha) para evitar recapturas.


4. Devolução Local: O animal retorna ao seu território para impedir que animais não castrados ocupem o espaço.

Quem resistiria a esse pedido, depois de Capturado, Esterilizado e Devolvido à comunidade?

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