
Até quando o povo brasileiro dependerá da chancela de Paris para dar valor à própria cultura?
É gratificante ver que, depois de 76 anos de pesquisas fundamentadas na ciência e de vidas inteiras dedicadas a salvar vidas humanas e animais na prática, o mundo finalmente começa a acordar para essa realidade.
O que portais internacionais e novos levantamentos de mercado hoje tentam resumir de forma simplificada, nós já comprovamos no cotidiano e na saúde pública brasileira desde 1950: o verdadeiro e imensurável valor do vínculo humano-animal. Cientistas como Nise da Silveira, Domingos Delascio e Ana Lourdes DeOliveira comprovaram na prática os benefícios da humanização da Medicina e das Terapias Assistidas por Animais.
Anônimos como Nardino e Lourdes DeOliveira, precursores da proteção animal, cuidaram de mais de 400 deles, em uma São Paulo com ruas de terra e água de poço, mostrando que os custos de cuidar desses “coterapeutas” são acessíveis. Tudo isso, observe: comprovado na prática no Brasil há 76 anos e apresentado em diversos congressos internacionais de Medicina!
Ficamos felizes que a Europa esteja, pouco a pouco, alcançando esse entendimento. Confira no link (CLIQUE AQUI). Um único detalhe: adotar um xodó é a terapia psiquiátrica de ponta do Século XXII e não custa tão caro, que não esteja ao alcance de qualquer humano que dê prioridade à presença de um ser vivo do seu lado. Trocar de smartphone uma vez por ano custa bem mais.
