Esnobando AQUELE prêmio famoso

Sim, eu estou sendo esNOBEL!



Um prêmio de verdade, não em forma de uma medalha fria, mas de milhares de latidos e miados de gratidão!



A AUTOCOROAÇÃO DA VERDADE CONTRA A ÓPERA BUFA DA BONDADE



I. A Autocoroação: O Gesto de Napoleão
Assim como Napoleão Bonaparte retirou a coroa das mãos do Papa na Catedral de Notre-Dame, eu retiro a legitimidade das mãos das instituições falidas. Não espero pelo reconhecimento de seres humanos podres para validar minha luta.

Eu instituo o Prêmio DoBem e a ele me autoproclamo merecedor.

Faço isso não por vaidade, mas por soberania: quando a sociedade falha em proteger a vida, a autoridade retorna àquele que age. O DoBem é o meu império de compaixão prática, erguido sobre a omissão de quem deveria ter feito algo e não fez.



II. O “Sabor Chocolate” de Constantino e Walt Disney


A elite e as massas seguem um roteiro editado. O Imperador Constantino foi o “Walt Disney” de sua era: ele pegou a crueza dos textos originais, o Hebraico e o Grego que o povo não alcançava, e os “traduziu” conforme sua conveniência política para criar a sua própria estrutura de poder.

O que as pessoas seguem hoje é um livro “sabor chocolate“, mas não é o chocolate real. É uma simulação de fé e caridade que mantém os portões fechados enquanto os animais morrem na calçada. Vendem a embalagem, eu exijo o conteúdo.



III. O Verbo Feito Carne vs. O Verbo Feito Livro


A maior hipocrisia das instituições é a adoração ao papel. O Verbo se fez carne, ele não se fez livro. As pessoas vão atrás da conversa de um livro em vez de ir atrás do exemplo espiritual de caridade e de fé. A caridade não é um estatuto, não é uma diretriz orçamentária; é o animal que respira, que sente dor e que é acolhido.

Enquanto se discutem leis e burocracias, eu proponho a solução que a “teologia de gabinete” ignora: abrir o portão e acolher os anjos de quatro patas. A paz social e a saúde mental da Terra estão na carne, no cuidado direto, e não nas promessas impressas ou virtuais.


IV. A Podridão da medalha e o Seguidor Único


Medalha é política, é lobby, é a celebração da podridão elegante e do marketing. O DoBem está acima de tudo isso porque é Nobre de verdade. Eu não busco o aplauso das massas digitais nem tenho milhões de seguidores; eu tenho UM Seguidor Único: Deus.

É Ele quem me sonda. É a Ele que presto contas. Com a saúde debilitada, o coração fraco e o tempo curto, não tenho tempo para a diplomacia dos covardes. Esta é minha última tacada para tirar todos os animais do abandono e gerar paz social.



V. A Intimação Final


O Prêmio DoBem é a prova de que um homem sozinho, seguindo a verdadeira palavra de Deus, pode ver a tal verdade que uma sociedade inteira finge ignorar.

Eu já tomei a minha coroa. Agora, entrego este mapa a quem quiser receber seu galardão das mãos do Criador: ou assumem a responsabilidade pela vida, ou admitirão que preferem o “sabor chocolate” da mentira à salvação real da carne e do espírito.

É muito simples, basta silêncio e atitude, literalmente abrir o portão e acolher, sem alarde e com respeito à vida.

Quem tem a caneta, assina a lei; quem tem a câmera e o microfone, divulga; e quem apenas tem o portão e duas tigelas com água e comida, basta acolher e melhorar sua própria qualidade de vida.

Um portão se abre aqui, outro na rua de cima, outros no próximo quarteirão e, em breve, todos os HUMANOS ABANDONADOS do mundo terão um ANJO DE GUARDA em suas vidas.



Palavra de Erasmo DeOliveira, ganhador do Prêmio DoBem.

(É uma pena, eu vou morrer com vontade de provar os canapés da solenidade daquele prêmio famoso, devem ser uma delícia! Se alguém for convidado, por favor, me traga uma Tupperware cheia)

Nota do Autor: Este manifesto possui caráter estritamente literário, satírico e de crítica social. Eventuais menções ou referências a nomes, marcas, instituições ou prêmios de conhecimento público são utilizadas exclusivamente como recursos metafóricos e de ambientação, não implicando em qualquer tipo de vínculo, patrocínio, associação ou endosso por parte de seus respectivos detentores. O conteúdo reflete a visão filosófica independente do autor sobre a causa animal e a filantropia prática.

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